domingo, 9 de junho de 2013

Colação de Grau dos Diplomandos de 1961 do Colégio Salesiano


 
Quadro dos Diplomandos
Ademir Gonçalves Miná
Ailton Pássaro de Morais
Anchieta Martinez de Montalverne
Aniz  Gabriel Fares
Antonio Carlos Santana de Morais
Carlos Aécio Neves Caldas
Cesinho Luiz de Brito
César Casundé
Gícero Jackson Jácome de Macedo e Silva
Fernando Lins de Vasconcelos
Fernando Tálio Coimbra Cabral
Francisco Auvernes de Oliveira
Francisco Pereira
Francisco Suenom B. Nota
Francisco Tavares Anastácio
Francisco Wilson Noca
Geraldo Magela Pinheiro Gome
Heleno Oliveira Gançalves
João Aécio Sabiá
José Hélio Bezerra de Brito
José Jarbas Emídio Cunha
José Lopes de Sousa
José Paceli Sabiá
Marijesu Pereira
Máio Ítalo Pereira de Matos
Odival Limeira Lima
Oduvaldo Limeira Lima
Pedro Ferreira Barros
Ronaldo Marcelo Sobreira
Samuel Wagner Marques de Almeida
Teodoro Pereira
Vantuil Matias
Vicente Favela Filho
Xerxes Maia de Figueiredo



terça-feira, 21 de maio de 2013

Primeira excursão de estudantes de Juazeiro ao Rio de Janeiro

Esta foto de 1964 mostra a primeira turma de estudantes juazeirenses a fazer uma excursão ao Rio de Janeiro. Era a turma do Ginásio Salesiano São João Bosco, chefiada pelo Padre Luís Alberto. Os estudantes viajaram em ônibus da empresa do Sr. Chagas Bezerra. Para angariar o dinheiro necessário ao pagamento da excursão foram feitas muitas campanhas, como a da garrafa vazia, do livro de ouro, rifas etc. A foto foi clicada à beira do rio São Francisco na cidade de Belém do São Francisco. São vistos, entre outros: Em pé, da esquerda para a direita: João Batista Ferreira, um não identificado, Prof. Luiz Magalhães, Pe. Luiz Alberto Peixoto, Vivaldo de Carvalho Nilo, Francisco Adonias de Morais Sobreira, Diacir Andrade, João Tadeu Lustosa de Brito, Raimundo Gomes de Lima, Daniel Walker Almeida Marques, Antonio Izomar Cruz Martins e Luiz Afonso de Oliveira. Agachados ou sentados, da esquerda para a direita: Antonio Maglionio Soares Feitosa, Osvaldo Rocha Reinaldo, Francisco Carlos Macedo Tavares, José Waldizar de Figueiredo, Antônio Renato Soares de Casimiro, João Reginaldo Tenório, José Wilson Lima, e José Carlos Pimentel e Silva.
Foi uma viagem inesquecível e ao mesmo tempo uma verdadeira  aventura. A estrada só tinha asfalto depois da cidade de Feira de Santana, na Bahia; o ônibus quebrou no meio do caminho; houve briga entre alguns estudantes. Fomos ao Rio de Janeiro, mas ficamos hospedados no Colégio Salesiano de Niterói. Diariamente fazíamos a travessia Niterói-Rio de Janeiro-Niterói, pois àquela época ainda não existia a ponte. Várias vezes fizemos refeições no famoso Calabouço, restaurante estudantil onde fora morto pelo exército um estudante tido como subversivo (estávamos no início da ditadura militar). Houve muitos lances interessantes na excursão. Certo dia um pequeno grupo de excursionistas que havia ido ao Rio de Janeiro para assistir a um jogo de futebol, no Maracanã, chegou tarde ao porto, perdeu o último barco para Niterói, e teve de dormir no cais. Um jogo chamado de “rapa-tudo” era a atração de todas as noites antes de dormir e isso deixou muitos com “caixa zero”, retornando a Juazeiro à base de pão e água. Fizemos uma visita histórica ao porta-aviões Minas Gerais graças à generosidade do Sub-tenente Osmar Cavalcante, irmão de João Bosco, um dos excursionistas. Certa noite, numa animadíssima quermesse que estava havendo no Colégio Santa Rosa (onde estávamos hospedados) tivemos de disputar as garotas presentes com um grupo de argentinos... e saímos perdendo, mesmo José Carlos Pimentel tentar falar com as garotas argentinas em espanhol. Também houve muitos fatos engraçados, como o daquele colega que nunca tinha visto um elevador e quando nós estávamos dentro de um, para subir ao andar de cima de uma loja de departamentos, ele perguntou curioso: “O que é que a gente está fazendo neste quartinho?” Essa excursão foi mesmo um marco na vida da gente. Outro fato pitoresco foi a gente tentar pagar meia entrada no cinema para assistir ao filme Cleopatra, mostrando a carteira do CEJ. Não colou. Foi nessa viagem que a gente viu televisão pela primeira fez. Foi na cidade de Feira de Santana, BA. No colégio onde estávamos hospedados havia televisor e a gente assistia toda noite. Estávamos fascinados com a novidade! 
E você que participou dessa inesquecível excursão tem algum fato novo para acrescentar? 
Mais fotos




domingo, 17 de junho de 2012

Escoteiros!




A foto acima mostra um momento do escoteirismo em Juazeiro do Norte. O garoto à frente com a bandeira é o hoje Dr. Francisco Barbosa, médico. Também se vê na foto: o jornalista Walter Barbosa (de palitó), seguido de Frei Egídio e o Dr. Evandro Onofre.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

No tempo da Jovem Guarda


No tempo da Jovem Guarda os jovens de Juazeiro do Norte procuravam imitar seus ídolos, especialmente os cantores e conjuntos musicais que estavam em evidência. Foi uma época propícia ao surgimento de bandas amadoras e até profissionais. Quem não podia montar uma banda de verdade, com instrumentos musicais caros, era o jeito improvisar como fizeram os jovens da banda acima, denominada de Os Playbois, cuja formação era a seguinte, da esquerda para a direita: Moema Barros (vocalista), Luiz Demontier Marques (maracás), Jorge Luiz Marques (bateria), Wilson Peixoto (violão) e Nelson Balbino (guitarra). Apesar da pobreza dos instrumentos musicais e do equipamento de som (vejam o detalhe do microfone) Os Playbois levavam a coisa a sério. Ensaiavam com muito afinco e chegaram inclusive a apresentar shows em casas de amigos. Assim se divertiam os jovens nos tempos da Jovem Guarda em Juazeiro. 

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Fundado o Bureau de Imprensa de Juazeiro


JUAZEIRO DO NORTE (De Daniel Walker, correspondente) — A Associação Juàzeirense de Imprensa, inaugurou segunda-feira última, dia 3 de janeiro de 1966,  o "Bureau" de Imprensa de Juazeiro, que funciona no Paço Municipal. O sr. Prefeito Municipal, major Humberto Bezerra, deu todo o seu apoio à iniciativa da AJI, pois acredita, como êle mesmo disse em seu discurso, que esse "Bureau" será o porta-voz da nossa cidade, dlvulgando-a através de noícias sadias e verídicas. A sessão solene de inauguração teve início precisamente às 17 horas, sendo que, antes, o Prefeito cortou a fita simbólica, dando por inaugurado o BIJ. Em seguida, foi lida, pelo 1.° Secretário da Associação Juàzeirense de Imprensa, a Portaria n.° 2, do Presidente da AJI, que nomeou a seguinte diretoria para reger os destinos do "Bureau": Chefe: José Carlos Pimentel; Secretário: Expedito Silva; Diretor de Relações Públicas Publicas: Raimundo de Oliveira. O primeiro orador da sessão foi o Sr. Prefeito Municipal, Major Humberto Bezerra, que disse, entre outras palavras, o seguinte: “Este bureau foi o presente de Ano Novo do Prefeito. Nossa cidade precisa de maior divulgação para se tornar mais conhecida. Esse bureau deve fazer crítica, apontar os erros da minha administração...". Em seguida, fez uso do verbo o confrade Aldemir Sobreira, que falou da importância do "Bureau" de Imprensa de Juazeiro. Os oradores seguintes foram: Valter Barbosa, presidente da AJI, que agradeceu, em nome da entidade, a adesão do Chefe do Executivo Juàzeirense; José Carlos Pimentel ressaltou também a importância do "bureau" e prometeu desempenhar, com solicitude, o cargo de que foi incumbido. A sessão foi encerrada, logo em seguida.
COQUETEL
A fim de comemorar, festivamente, a inauguração do "Bureau" de Imprensa de Juazeiro os associados da AJI ofereceram aos convidados um fino coquetel, que teve lugar na residência do jornalista Valter Barbosa, contando, inclusive, com a presença do chefe da comuna juàzeirense. Na oportunidade fizeram  uso   da palavra os seguintes oradores: Jeová sobreira, Dário Coimbra, José Carlos Pimentel, Rivaldo Cavalcante, Daniel Walker, Expedito Silva, Valmir Lima, Fran Barbosa, Pedro Duarte, Wellington Amorim e Valter Barbosa.

Nota do Editor: esta notícia foi publicada no jornal O Povo, de Fortaleza, em 7 de janeiro de 1966. O Bureau de Imprensa não existe mais. 

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Inaugurado Cine Luz

Juazeiro do Norte (De Daniel Walker - Correspondenrte) -  Foi inaugurada no dia 1º de janeiro, em nossa cidade, o Cine Luz, situado no Bairro da Estação. Com a inauguração desta nova casa de diversão Juazeiro fica, agora, com  quatro bons cinemas (Eldorado, Capitólio, Plaza e Luz). O novo cinema é de propriedade do Sr. Luiz Dantas de Macedo, que também é proprietário do Cine Plaza, inaugurado no ano próximo passado.

Nota do Editor: Esta notícia foi publicada no jornal O Povo, de Fortaleza, na edição de 8 de janeiro de 1966. Eis aí uma boa informação para quem está pesquisando a história dos cinemas de Juazeiro do Norte.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Banco da Bahia inaugura agência em Juazeiro

A foto acima fixa o momento em que o dr. Hélio Filgueiras, 
presidente do Banco da Bahia, fazia o seu discurso dando
 por inaugurada a agência de Juazeiro do citado banco.
 (Fotografia de Raimundo de Oliveira, repórter-fotográfico 
de O POVO).

Juazeiro do Norte (de Daniel Walker - Correspondente) - Tal como estava previamente marcado, foi inaugurada, terça-feira, dia 14 deste, a agência desta cidade do Banco da Bahia. O ato religioso foi oficializado pelo Revdmo. Pe. Murilo de Sá Barreto, que, em seguida, proferiu brilhante discurso, sendo bastante aplaudido pêlos presentes às solenidades. Após o discurso do ilustre sacerdote, fizeram também uso da palavra pela ordem: dr. Hélio Filgueira; maj. Humberto Bezerra e o sr. Osvaldo Alves Dantas. Em  seguida, foi oferecido aos presentes um coquetel. Com a instalação do Banco da  Bahia, nossa cidade fica agora com cinco estabelecimentos bancários, prova incontestável de que Juazeiro está se desenvolvendo em todos os setores. Conforme a reportagem de "O POVO" conseguiu apurar, o Banco da Bahia é o mais antigo estabelecimento bancário do Pais, entrando em 16 estados da federação com 155 agências espalhadas pelas principais cidades do Brasil, funcionando normalmente. Referido Banco conta, atualmente, com mais de 14 bilhões, entre capital e reservas, e possui em depósito mais de 84 bihões de cruzeiros A recém-fundada agência é a primeira da região ao Cariri e coube a Juazeiro a primazia de possuí-la, o que se constitui mais um agigantado passo para o progresso da "Terra do Pe. Cícero".
 NOTA DO EDITOR: Esta notícia foi publicada na edição do dia 21 de dezembro de 1965. 

domingo, 29 de abril de 2012

No tempo da Câmara Junior

A foto acima é do tempo em que existia em Juazeiro a Câmara Junior e foi clicada pelo fotógrafo Raimundo de Oliveira Gonçalves. Marca o momento que eu, então redator do Grande Jornal Sonoro Iracema (Rádio Iracema) e correspondente do Jornal O Povo, de Fortaleza, fazia a cobertura da presença, em nossa cidade, do Sr. José Gerardo, então presidente da Câmara Junior do Brasil. São vistos, da esquerda para a direita: Luiz Carlos de Lima, Daniel Walker, Fernando Assunção Feitosa (falecido recentemente), na época presidente da Câmara Junior de Juazeiro e o presidente da Câmara Junior do Brasil, José Gerardo. A foto foi batida no escritório da Orpec, de Fernando Feitosa, no dia 30 de outubro de 1965.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

MUG - O BONECO DA SORTE NO CARNAVAL DE JUAZEIRO (1967) - Por Renato Casimiro



Nos anos 60, em Juazeiro do Norte como em qualquer parte deste país, afloraram com muita força alguns modismos. Um desses foi veiculado a um boneco criado para significar um objeto de boa sorte. Era o MUG. Conforme leio na internet: Fenômeno dos anos 60 o boneco MUG esteve presente na juventude de muitas pessoas, e passou pelas mãos de diversos artistas como Chico Buarque e Wilson Simonal. O MUG da sorte foi tema de carnaval, charges de jornal, capa de lp, fantasia e muito mais. No blog http://bonecomug.blogspot.com.br/  você poderá conhecer um pouco mais da história deste mugnifíco boneco através de arquivos guardados por João Evangelista Leão, um dos criadores do boneco, postados aqui por seu filho João Leão Filho. A Revista Veja (edição 2116, 2009) fez um breve relato sobre o aparecimento deste boneco: Um curioso boneco de pano aparece no documentário Simonal – Ninguém Sabe o Duro que Dei, em cartaz nos cinemas. Batizado de Mug, o bichinho, uma brincadeira criada por um grupo de amigos, ganhou aura de amuleto nas mãos de cantores como Wilson Simonal (1939-2000) e Chico Buarque. "Foi uma febre, mas durou pouco: só uns quatro ou cinco meses de 1966", diz um dos idealizadores, Horácio Berlinck Neto, à época produtor do programa de TV O Fino da Bossa. "Faltou estrutura mercadológica, não ganhamos um tostão com aquilo." Entre as peripécias atribuídas ao Mug estariam a autoria do texto de contracapa do LP Vou Deixar Cair... (1966), de Simonal, e a inspiração para a composição de A Banda, o primeiro grande sucesso de Chico. No ar desde maio, o blog bonecomug.blogspot.com, lançado pelo empresário João Leão Filho, pretende resgatar essas e outras histórias em torno do boneco. Filho do produtor musical João Evangelista Leão (1939-1997), outro dos pais do Mug, o blogueiro tem até hoje o seu boneco. "Não o vendo por dinheiro nenhum", diz. Pela televisão, tanto nos programas da Tv Excelsior (RJ), como na da Tv Record (SP), a presença de cantores famosos, como os da jovem guarda, especialmente, mas também os da MPB (Chico, Simonal, Caetano, Claudete, Elis, Hebe, etc) era acompanhada da figura do boneco MUG. O boneco ganhou tanta notoriedade que um roubo de um veículo pertencente a Chico Buarque, e que continha um boneco no interior, virou notícia muito badalada na imprensa da época. A juventude de Juazeiro do Norte estava ligada a este modismo, de tal forma que para o carnaval de 1967, ainda na onda, criaram o Bloco Folia do MUG. O bloco participou das noites carnavalescas exibindo duas fantasias, cujos detalhes exibiam traços marcantes do boneco, com sua roupa axadrezada. Há pouco, Sávio Leite Pereira nos brindou com 3 imagens deste Carnaval, mais celebrado no Treze Atlético Juazeirense, em cujo bloco ele destaca os seguintes componentes: Herialdo Leite Pereira, Miriam Calado, Jacira Leite, Sávio Leite Pereira, Volnei Magalhães, Váldsen Pereira, Vânia Marques, Darival Grangeiro, Ricardo Almeida ("Pinguim"), Célia, Fantinha Menezes, Alcélia Bento, Marta Grangeiro, Marconi Pereira Carneiro, Teresa Cristina Meneses, Luiz Anchieta Gondim Machado.  Numa das fotos, aparecem, fora do bloco, Hélder Leite Pereira (Deca) e Daniel Saraiva Guimarães (filho de Juraci Saraiva e Antonio Guimarães, RJ).




















quarta-feira, 11 de abril de 2012

Icasa é penta-campeão

O Icasa Esporte Clube de Juazeiro do Norte sagrou-se penta-campeão de futebol ao vencer o Guarani por 3 x 2, em partida que rendeu cinco milhões de cruzeiros velhos, em numero redondo. A cidade viveu momentos de autêntico carnaval, com desfile de carros com bandeiras dos dois times, charangas nas ruas, aquela empolgação que só o "esporte rei" pode proporcionar. Com o jogo de domingo fica definitivamente compro-vado: Juazeiro do Norte é o segundo centro esportivo do Estado. Na foto, da esquerda para a direita: Pirajá, Raimundo, Lírio, Nena, Munda e Luciano. Agachados: Pio, Geraldino, Loulanca, Gilson. Eusébio e Zé Cícero. Nã aparece Ramos, o grande capitão da equipe.

Nota do editor: esta notícia foi publicada originalmente no jornal Gazeta de Notícias, de Fortaleza, na edição do dia 21 de outubro de 1969, enviada pelo seu correspondente de Juazeiro, Wilton Bezerra.


quarta-feira, 4 de abril de 2012

Turma de 1962 do Colégio Monsenhor Macedo

A foto acima é rara e nos foi enviada por Marlene Cabral Ribeiro. É uma das poucas memórias fotográficas que restam do famoso e conceituado Ginásio Monsenhor Macedo mantido em Juazeiro do Norte pelas Irmãs Missionárias de Jesus Crucificado. A foto mostra a turma de 1962 da Primeira Série do Curso Ginasial. À época este educandário juntamente com a Escola Normal Rural eram os preferidos pela juventude feminina juazeirense. Depois, já transformado em Colégio Monsenhor Macedo, foi desativado, deixando uma lacuna no setor educacional desta cidade. Foram identificadas na foto acima: 1) Marleide Cabral Ribeiro. 2) Gerusa Cansanção. 3) Fátima Matos Meneses. 4) Regina Sílvia Gonçalves. 5) Socorro Lucena Matias. 6) Maria Lima Silva (Vilani). 7) ?. 8) Ana Exalá-lo Sales (Naninha). 9) ?. 10) ?. 11) Terezinha Matos Menezes. 12) ?. 13) Olívia Sousa. 14) Ana Lúcia Bezerra. 15) ?. 16) Zelinda Vieira Gonçalves. 17) ?. 18) Maria do Socorro Belarmino de Sousa. 19) Itamira Figueiredo. 20) Francisca Santos. 21) ?. 22) Ivonei Casimiro. 23) Lili Macedo. 24) Iramir Casimiro. 25) ?. 26) Maria das Graças Tenório Cruz. 27) ?. 28) Norma Melo. 29) Eliete  Vieira. 30) ?. 31) Joselíria Cordeiro. 32) Lucia Vanda Rocha. Quem souber os nomes das alunas não identificadas, por favor, nos comunique que teremos prazer em publicar.  E quem tiver mais fotos de turmas de estudantes de Juazeiro podem mandar que publicaremos.


Abaixo outra foto do Monsenhor Macedo:

Na foto acima, do arquivo de Tereza Neuma, temos uma relíquia do Colégio Monsenhor Macedo em 1968. São vistas, em pé, da esquerda para a direita, as freiras irmãs Helena Hilta, Elvira Dantas (Diretora) e Ruth Saraiva Leão.  Sentadas, na mesma ordem, as alunas Zilma, Tereza Neuma de Macedo e Silva, Glória Lopes Rodrigues, Jane Menezes, Querubina Bringel e Ivonei Casimiro. As alunas faziam parte do 3º Pedagógico. 

quarta-feira, 21 de março de 2012

Turma de 1966 do Tiro de Guerra 210

No dia 25 de novembro de 1966 eu publiquei no jornal O Povo de Fortaleza a seguinte matéria:



Pela primeira vez, em sua história o Tiro de Guerra 210, de Juazeiro do Norte, realizou solenemente e com muita pompa uma festa de Encerramento do Serviço Militar. Os atiradores coadjuvados pelo seu Instrutor, 2º Sargento Veras, trabalharam com denodo e entusiasmo na ânsia de conseguir um grande êxito. O programa elaborado e comprido a risca constou do seguinte: missa campal na Praça do Cinqüentenário, celebrada pelo Assistente Eclesiástico do TG, Frei Egídio de Messejana, Cerimonial de Juramento à Bandeira, na Praça Padre Cícero, quando 51 atiradores prometeram “defender a Pátria com o sacrifício da própria vida”. Em seguida o Tiro de Guerra desfilou garbosamente em continência às autoridades. Isto foi pela manhã. A noite houve uma partida de futebol de salão entre as equipes do Tiro de Guerra 210 x Polícia Militar, em disputa da Taça Gregório Callou. E finalmente uma monumental Festa Dançante (Festa dos Reservistas) no Clube dos Doze, animada pelo Conjunto Jovem Guarda. Antes, porém, houve a sessão solene para entrega de certificados e medalhas aos atiradores: José Carlos Pimentel (Atirador mais dedicado ao TG), Paulo de Sousa (Atirador-modelo) e José Araújo Monteiro (Atirador mais assíduo). Falaram na oportunidade o orador oficial da turma, Perboyre Lacerda Sampaio, Dr. Leão Sampaio e Dr. Edvar Teixeira Férrer, prefeito municipal e diretor do Tiro de guerra 210.
OS RESERVISTAS
Ainival Pereira, Amarílio Machado, Antônio Amorim, Antônio Carlos Macedo, Antônio Dourado, Antônio José de França. Antônio Taumaturgo Salviano, Antônio Vidal, Aristarco Fran-ça, César William, Daniel Walker, Domiciano Cavalcante, Eusébio Emídio, Francisco Adonias, Fco. Alves de Oliveira, Fco. Alves Pinheiro, Fco. Casado de Araújo, Fco. Eduardo Van Den Brule. Fco. Hélio Saraiva, Fco. Maurílio, Fco. Pereira Leite, Fco. Pereira Xavier, Gastão Luiz Matos, Geraldo Mage-la de Brito, Geraldo Monteiro, Gervásio Dantas Job, Itamar Figueiredo, João Bosco Frazão, João Freire Silva, João Gomes Diniz. João Tenório, José Anastácio Tavares, José Antônio de Almeida, José Araújo Monteiro, José Carlos Pimentel, José de Sousa Fontes, Jussier Gomes, Jussier Cunha, José Osenir Pe-reira Landim, José Wilson de Lima, Luís Alves de Oliveira, Maurício Rodrigues, Orivaldo Limeira, Otacílio Leonel, Paulo Sousa, Perboyre Lacerda e Zeilton Albuquerque.

E agora mostro abaixo, uma cópia do convite de formatura da turma, uma relíquia que me foi enviada pelo amigo Paulo de Sousa, o Atirador-modelo da turma de reservistas:






terça-feira, 20 de março de 2012

No tempo em que Juazeiro tinha fábrica de doce

Na década de 60 Juazeiro do Norte tinha uma fábrica de doce cujos produtos eram bastante apreciados pela população local e também dos estados de Pernambuco, Paraíba, Sergipe e Maranhão, para onde eram exportados. Era a Fábrica de Doces Boa ideia, do Sr. Pedro Bezerra da Silva (visto na foto ao lado). A fábrica produzia doces de banana e goiaba e estava localizada na Rua Senhora Santana. Quem morava perto da fábrica ainda hoje recorda com saudade o cheiro de frutas que se expandia pelos arredores, denunciando a sua presença.  Seu Pedro é pernambucano de Caruaru, tendo chegado em Juazeiro, para morar, em 1962. Pouco tempo depois instalou a fábrica que em 1980 foi vendida ao Sr. Viana Neto, e pouco tempo depois, fechada. 

segunda-feira, 5 de março de 2012

Ginásio Salesiano: 3ª Série de 1961

























GINÁSIO SALESIANO SÃO JOÃO BOSCO Foto da 3ª. SÉRIE 1961
Da esquerda para a direita, e da frente (sentados) para trás:
  Sentados:  1. Adauto Balbino da Silva  2. Hernandes Bezerra de Souza  3. José de Oliveira Alves
 4. Frederico Falcão Sotovia  5. José Lainê Gomes  6. João Batista Neto  7. Antonio Pereira
  Segunda fila:  8. Mário Pereira Temóteo  9. José Élido Filgueiras Magalhães  10. Francisco Neri Filho  11. Adálio de Oliveira Silva  12. Paulo Sobreira Bezerra  13. José Breno da Silva
 14. Erasmo Carneiro Monteiro
  Terceira fila:  15. Edson Matos Feitosa  16. Genésio Mattos Júnior  17. José Edny Araújo Silva
 18. José Evânio Guedes  19. Antonio Germano Magalhães  20. Antonio Inácio Filho
 21. Luiz Gonzaga Moura Araújo  22. Italo Magalhães  23. Raimundo Nonato de Alencar Dantas
 24. João Bosco Bezerra  25. Edgar Amaro de Barros  26. Ademar Arruda Batista Palitó
 27. Francisco Araújo Filho  28. Hildeberto Jurumenha Ribeiro

sexta-feira, 2 de março de 2012

João Martins no tempo das grandes festas dançantes


João Martins e seu conjunto animaram festas memoráveis no Treze Atlético Juazeirense, no Clube dos Doze, no BNB Clube e na AABB em Juazeiro do Norte. Eram grandes festas, especialmente as realizadas nas décadas de 60 e 70, quando a sociedade juazeirense bancava festas inesquecíveis, como a Festa Branca, a Festa das Flores, a Festa das Debutantes e as tradicionais Festas de Colação de Grau. João Martins estava no centro de tudo isso. Ele veio de Missão Velha para Juazeiro em 1954. É alfaiate de profissão e músico por vocação e idealismo. Iniciou sua carreira de músico em nossa cidade, tocando no Regional da Rádio Iracema, apresentando-se no Clube dos Doze. Tocava violão. Em 1961 criou com seu sobrinho Rosiel o J. Martins e seu Conjunto. Em 1967 mudou o nome para J. Martins Show e depois, em 1971, uniu-se a Hildegardo Benício, de Crato, e fundou o Hilder Martins Som. Na foto acima vemos a formação do J. Martins Show, da esquerda para a direita: Patrício (acordeão), João Martins (guitarrista), Roterdan (contrabaixo), Chico Cancão (saxofonista), Bebê (pistonista), Geraldo (baterista), Wilson (percussionista e vocalista) e o empresário Raimundo Milton. A todos esses músicos a nossa homenagem. 

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Juazeiro também tem sua Rita Pavone

Juazeiro do Norte (De Daniel Walker Marques - correspondente) — O mundo artístico de Juazeiro ganha um novo cartaz. Falamos da garotinha Silvani Campelo, a revelação do rádio juazeirense. A jovem artista, que atualmente vem arrancando os mais calorosos aplausos dos juàzeirenses, fazendo dublagem perfeita ia cantora italiana Rita Pavone, está dia a dia adquirindo fama.

QUEM Ê SILVANI 
Silvani Campelo é uma garotinha de apenas 10 anos de idade, natural desta cidade. Descendente de uma família de artistas. Seu progenitor é o conhecido humorista pernambucano, radicado em Juazeiro, sr. Aluízio Campelo, produtor e apresentador do programa "As trapalhadas do Pinguim", levado ao ar através da Rádio Iracema há mais de 10 anos. Não obstante sua pouca idade, a garota Silvani possui uma desenvoltura admirávell, sua elegância no trajar mostra uma cópia perfeita de Rita Pavone.

INÍCIO DA CARREIRA
A reportagem de O POVO que esteve em demorada palestra com o sr. Aluízio Campelo, conseguiu colher alguns dados a respeito das atuações da "garota revelação" de Juazeiro. Silvani apresentou-se pela primeira vez no programa "Tia Benta" do canal 6. Posteriormente, foi levada com exclusividade para o Clube Internacional do Recife, onde deu um magnífico "show" de dublagem. Dado o grande sucesso obtido, foi mais tarde se apresentar no Clube Português, também da "Veneza brasileira", logrando mais uma vez sucesso marcante. Aqui. em Juàzeiro, Silvani Campelo deu vários espetáculos no programa "A cidade se diverte", atraindo um público numeroso. Também deu um "show" especial para o Lions Clube que inclusive contratou-a para um novo "show" em dias do mês em curso na Quadra João Cornélio. A garotinha está ganhando fama e sua trajetória artística promete ser das mais brilhantes.
Na foto a garota Silvani Campelo quando de sua apresentação no programa "A cidade se diverte". (Fotografia de Raimundo de Oliveira, repórter fotográfico de O POVO).
NOTA DO EDITOR: Esta reportagem foi publicada em 21 de setembro de 1965 no jornal O POVO de Fortaleza.
Abaixo vemos as garotas Rita Pavone e Silvani Campelo para uma comparação de semelhança:

Atualmente Rita Pavone mora em Chiasso, no cantão de Ticino, Suíça e possui uma segunda residência em Ariccia, distante 28 km de Roma. A cantora e atriz italiano que fez um grande sucesso com a canção Dateme un martello,está com 66 anos. E a nossa Silvani onde está? Quem sabe notícias dela?

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Colação de Grau da Turma de 1964 do Ginásio Salesiano

HUMANISTAS DE 1964 - Por Renato Casimiro
“Os alunos que ora terminam o currículo ginasial neste grande estabelecimento de ensino – “GINÁSIO SALESIANO SÃO JOÃO BOSCO”, deixando, saudosos, a convivência cotidiana dos seus beneméritos mestres, cumprem o sagrado dever de manifestarem, aos mesmos, os seus mais sinceros agradecimentos pela boa orientação, pelo melhor êxito colhido naqueles ensinamentos, tão úteis e mais necessários àqueles que na vida prática devem conduzir-se com decoro, respeito, e a melhor educação que sempre foi e é o padrão de glória do mencionado “GINÁSIO”. Os Humanistas”. Este era o texto que constava do convite para as festividades de formatura dos ginasianos de 1964. Para nós, um grande dia de glórias. Iniciamos com uma missa em ação de graças, na capela de Nossa Senhora Auxiliadora, pelas 7h 30min. Depois, pelas 19 horas, aconteceu a sessão solene de entrega dos diplomas, ocorrido no pátio interno do Ginásio. E, finalmente, na antiga sede do Treze Atlético Juazeirense, a grande festa dançante que fechou aquele dia inesquecível. Depois de horas e horas de ensaios, as danças, e sobretudo, a valsa com as madrinhas. Lembro que estávamos impecavelmente bem vestidos, em ternos pretos. Um empresário de moda masculina, aqui estabelecido, cuidou de tudo e não descuidou de nada, por menor que fosse o detalhe: de meias, de lenço, de gravata, de perfume. Prestamos homenagens merecidas a várias pessoas, sobretudo aos nossos pais. No Quadro de Honra registramos: Patrono - Dr. Ivan Bezerra (industrial); Paraninfo: Sr. Pedro Capistrano (gerente da agência local do Banco do Nordeste do Brasil); Homenagem especial: Padre Luiz Alberto Peixoto (nosso professor de Português, e que havia nos acompanhado em inesquecível viagem ao RJ, hoje residente em Fortaleza, como padre diocesano, junto a paróquia de Nossa Senhora de Fátima); Homenagem de honra: Padre Gino Moratelli (diretor do Ginásio Salesiano, já falecido); Homenagem filial: aos pais dos humanistas; Homenagens de gratidão: Padres Mário Balbi (professor de Inglês, já falecido), Manoel Ramos (professor de Francês, já falecido), Luiz Marinho Falcão (professor de Geografia, já falecido) e Manoel Isaú dos Santos (professor de História); Professores Joaquina (Quininha) Gonçalves de Santana (professora de Matemática), Luiz Magalhães (professor do curso primário), Jorge Fernandes (professor de Latim) e José Macário (professor do curso primário); Srs. Antônio Temóteo (Chagas) Bezerra (proprietário da Expresso de Luxo, que nos transportara para o Rio de Janeiro, em excursão (aliás, foi esta a primeira vez que um grupo de estudantes de JN foi à cidade maravilhosa), Édson Olegário de Santana (Prefeito Municipal de Missão Velha, e colaborador da nossa festa, já falecido), Ednaldo Dantas (presidente da Liga Desportiva Juazeirense-LDJ, e colaborador das nossas promoções), e Luiz Gonçalves Pereira (pai do colega Luiz Robério Alencar Gonçalves); Homenagem póstuma: Sra. Maria Bezerra (mãe do colega José Bezerra e Silva, falecida naquele ano). Nossa turma era composta por 55 alunos. Apelei recentemente para Daniel Walker Almeida Marques e João Reginaldo Tenório para a atualização da lista: Eis o grupo, suas atividades profissionais e residências atuais, no que foi possível identificar: Antônio Alves Carvalho, falecido; Antônio Izomar Cruz Martins, agropecuarista em Brejo Santo; Antônio Magliônio Soares Feitosa, médico em JN; Antonio Renato Soares de Casimiro, engenheiro químico, professor da UFC em Fortaleza; Antônio Vieira Leite, ex-presidente do Centro Estudantal Juazeirense; Bento Leite Soares; Cícero Antonio Onofre e Silva, residente em Fortaleza; Cícero Magalhães de Macena; Daniel Walker Almeida Marques, biólogo, pesquisador e escritor, professor da URCA e do Centro Educacional Prof. Moreira de Souza, em JN; Diacir Andrade de Oliveira, médico oftalmologista em JN; Expedito Maurício Silva, cirurgião dentista em Fortaleza; Francisco Adonias de Morais Sobreira, engenheiro-agrônomo da Ematerce em JN; Francisco Aguiar de Melo, empresário em JN; Francisco Alencar Macêdo, médico e político em Jati; Francisco Bezerra Pereira Lucas, engenheiro civil, professor da UECE, empresário, em JN; Francisco Carlos Macedo Tavares, médico em JN, prefeito de Aurora; Francisco Casado de Araújo, economista, em JN; Francisco Eduardo Van den Brule Matos, médico nefrologista do Hospital do Servidor Público do Estado de São Paulo, em São Paulo; Francisco Maurílio F. Cavalcante, bancário do Banco do Brasil em Campina Grande; Francisco Wilton Silva Barbosa (orador da turma), empresário em São Luiz, falecido; Genival Almeida; Hiderval Jurumenha Ribeiro, residente em JN; Idalberto Zabulon de Figueiredo; Jairo Rodrigues Soares; João Batista Ferreira, funcionário da Polícia Federal em Fortaleza; João Bosco da Silva Cavalcante, advogado no RJ; João Macedo da Cruz, empresário em SP; João Reginaldo Tenório, economista em Fortaleza; João Sobreira Rocha, gerente Varig-aeroporto, locutor da Rádio Universitária, em Goiânia; João Tadeu Lustosa de Brito, coronel do Exército em JN; José Alves Lopes; José Anastácio Tavares, odontólogo, falecido; José Antônio de Almeida, agrônomo em Alagoas; José Bezerra e Silva, professor em JN; José Carlos Pimentel e Silva, advogado em JN; José Chagas Cassimiro, falecido; José Evaldo de Alencar Santos, oficial da Polícia Militar em Fortaleza, falecido; José Evandro Filgueiras Magalhães, engenheiro civil, falecido; José Hélio Freitas Brito, comerciante em Fortaleza; José Iranto da Cruz, residente em JN; José Marques Filho, falecido; José Sodson Sabiá, médico em JN; José Waldizar de Figueiredo, fisioterapeuta, professor da UNIFOR, em Fortaleza; José Wellington Amorim, jornalista, falecido; José Wilson de Lima, médico oftalmologista em Araripina, PE; Luiz Afonso de Oliveira, Luiz Robério de Alencar Gonçalves, médico urologista em JN; Mário Sampaio, militar; Osvaldo Rocha Reinaldo, agente de turismo no RJ; Raimundo Carlos Alves Pereira, técnico da ECT em Fortaleza; Raimundo Gomes de Lima, cirurgião dentista em Natal; Roberto Alci da Silva, comerciante em JN; Vital Tavares de Sousa, residente em Recife; e Vivaldo de Carvalho Nilo, engenheiro civil, residente em JN. Desejo, neste instante, congratular-me com todos os que estão por aí, pois as saudades daqueles idos tempos são imensas, e já nem cabe em nós. No caminho, alguns faleceram prematuramente. Ficamos, nós outros, contando estórias deste tempo em que éramos felizes e não sabíamos.


Turmas de 1961 do Ginásio Salesiano
Primeira Série A














Da frente para trás, da esq. para a dir.: 1ª. fila, sentados - (não identificado), Antonio Renato Soares de Casimiro, Lindovaldo Frutuoso Gino, José de Anchieta Gondim Machado, José de Anchieta Silva, Antonio Alves Carvalho, Francisco José Pinheiro e João Vianney; 2ª. fila, em pé - João Tadeu Lustosa, Paulo de Sousa, Francisco Adonias de Morais Sobreira, (não identificado), José Sá Silva Thé, Francisco Carlos Macedo Tavares, Jairo Rodrigues Soares, Sergio Belém de Figueiredo e Hiderval Jurumenha Ribeiro; 3ª. fila, em pé - José Pereira, José Wellington Amorim Araújo, Marcos Pereira Timóteo, Francisco Eduardo van den Brule Matos, José Sodson Sabiá, Francisco Alencar Macedo, Cícero Alves Carvalho e Cícero de Paulo; 4ª. Fila, em pé - João Reginaldo Tenório, Edson Freitas, Valdir Tavares, Antonio Izomar Cruz Martins, (não identificado), (não identificado), João Bosco Silva Cavalcante, Francisco Wilton Barbosa da Silva, (não identificado).
Primeira Série B:


Da frente para trás, da esq. para a dir.: 1ª. fila, sentados - José Macedo da Cruz, José Anastácio Tavares, Osvaldo Rocha Reinaldo, (não identificado), José Marques Filho, Francisco Pereira, Luiz Juvêncio de Lira; 2ª. fila - em pé - José Wilson da Silva, José Evandro Filgueiras Magalhães, Vital Tavares de Sousa, Francisco Aguiar de Melo, José Iranto Cruz, José Chagas Casimiro, Antonio Magliônio Soares Feitosa; 3ª fila - em pé - José Hélio Freitas Brito, Francisco das Chagas Jácome, Mário Sampaio, Daniel Walker Almeida Marques, Francisco Casado de Araújo, Antônio Taumaturgo Salviano, Vivaldo de Carvalho Nilo, José Antônio de Almeida; 4ª fila - em pé - Roberto Alci da Silva, (não identificado, João Macedo da Cruz, Marconi Alves, Carlúcio Pereira de Sousa, José Pereira Miná, (não identificado).

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Juazeiro fabricava rádio nos anos 60

Esta foto mostra uma relíquia que faz parte da história da indústria juazeirense. É um rádio Transmak que era fabricado pela IESA-Indústria Eletromáquinas S.A., a primeira fábrica de rádio instalada na região do Cariri, com sede em Juazeiro do Norte. Ela fazia parte do Projeto Morris Azimov, cuja história é resumida a seguir através de uma pesquisa do nosso Diretor de Arquivo e Circulação, Renato Casimiro. 
O Projeto Morris Asimov foi implantado no Cariri em decorrência de um acordo entre a Universidade Federal do Ceará e a Universidade da California, USA, em 1961, patrocinado pela agência USAID. O interesse da UCLA em realizar este projeto em países subdesenvolvidos era, inicialmente voltado para a Índia. Mas, o então reitor Antonio Martins Filho convidou o prof. Morris Asimov para vir conhecer o Ceará e, especialmente o Cariri. Ele ficou tão entusiasmado que decidiu esquecer a Índia e mudar o projeto para o Cariri, particularmente Crato, Barbalha e Juazeiro do Norte. A UFC criou em 1962 o PUDINE, Programa Universitário de Desenvolvimento Industrial, com o qual montou uma equipe técnica de agrônomos, economistas, administradores, engenheiros, sociólogos, etc., com o objetivo de levantar as vocações industriais da região. As empresas do Projeto Asimov foram sendo formuladas: Cecasa - Cerâmica do Cariri S.A. (em Barbalha, a mais longeva do Projeto); IMOCASA - Indústria de Moagem do Cariri S.A. (em Crato, indústria de moagem de milho); CIMASA - Companhia Industrial de Mandioca S.A. (em Crato, indústria de farinha e polvilhos de mandioca); IESA - Indústria Eletromáquina S.A. (em Juazeiro do Norte, indústria de rádios e motores); LUNASA - Luna S.A. (em Juazeiro do Norte, fábrica de calçados de couro e artefatos). Duas pessoas se destacavam na IESA: Moacir Almeida, filho de Pimpim Almeida, que era o Diretor; e os irmãos Ian e Antinus de Sousa Carvalho que eram engenheiros eletrônicos, responsáveis técnicos. 

(O rádio mostrado na foto pertencente a Péricles, o popular Pekão, filho de Francisco José da Silva, dono da antiga Life Propaganda).


quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Anos de chumbo: Juazeiro recebe Castelo Branco

Esta foto tirada do fundo do baú é do tempo da Ditadura Militar de 64 e marca a visita do Marechal Castelo Branco a Juazeiro, sendo visto à sua direita o então Prefeito José Teófilo Machado. Atrás de José Camilo da Silva, de quepe, é visto o Gal. Ernesto Geisel. O primeiro da foto à direita é o então Prefeito de Crato, Pedro Felício Cavalcante. Durante o período da ditadura militar Juazeiro recebeu também a visita de outro presidente (?) que foi o general Ernesto Geisel.